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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um Amor Submisso - Sophie Morgan

Ah, mas se eu gostei do Diário de uma Submissa, esse que é a continuação então ah,não podia deixar de ler. 
Esse é pura emoção e muitas descobertas sobre um relacionamento amoroso alem de sexual. 
Ri e chorei claro, ( sempre faço isso ..rs ) 
Nesse livro a Sophie muito a contra gosto, depois de uma bela decepção amorosa, conhece o Adam, um cara diferente pros padrões estabelecidos ( detesto isso, padrão de que ???), e a principio eles torcem o nariz um para o outro quando se conhecem, mas ao descobrirem que tem algo em comum eles começam a se interessar mais um pelo outro. 
O que é bem legal, é a troca de mensagens que eles trocam entre si, ri em muitos momentos. 
Como sempre digo, leitura que vale a pena conhecer.



Sinopse 

( por - https://www.skoob.com.br/livro/347715-um-amor-submisso )

Sophie Morgan é uma submissa. Uma mulher de trinta e poucos anos que entre quatro paredes gosta de entregar seu corpo e sua mente a homens dominadores. Alguns desses relacionamentos têm sido amorosos, outros casuais e outros apenas cruéis. Mas o que acontecerá quando ela conhecer o dominador dos seus sonhos? O que vai se passar quando a vida, o amor e os jogos sexuais se misturarem? Num encontro armado por sua amiga Charlotte, Sophie conhece Adam. No início, nenhum dos dois quer saber de um relacionamento sério, pois acabaram de sofrer decepções com outras pessoas e estão fechados a qualquer tentativa de um novo amor. Mas começam a se sentir extremamente atraídos um pelo outro e, sem querer dar o braço a torcer, vão se apaixonando. Os dois não conseguem parar de pensar no que poderiam fazer juntos. No entanto, ambos têm gostos sexuais excêntricos e não sabem o que o outro vai pensar disso. Quando começam a perceber que têm muito mais em comum do que parecia, o frio na barriga definitivamente toma conta. Será possível que eles tenham encontrado alguém perfeito? Como seria viver um namoro ou até um casamento assim, tão fora dos padrões?

O Diario de uma Submissa - Sophie Morgan

Antes de começar a escrever sobre esse livro, queria deixar uma coisa clara pra quem ler esse post e vier me visitar aqui no blog, coisa mais difícil do mundo é eu ler um livro e não gostar dele. O dito tem que ser muito, mas muito ruim pra eu não gostar, por isso sempre digo que gosto. Porque gosto mesmo, claro que tem uns que Amo, mas a grande maioria eu gosto ... ;)

Esse livro me foi uma grata surpresa. Aproveitando a onda do 50 tons de cinza ( sempre ele ) vi esse livro num dos blogs que participo e me interessei para poder entender mais sobre esse mundo BDSM. 
Mas qual não foi a minha surpresa ao saber que isso não é uma obra de ficção, é a vida da propria Sophie contada por ela mesma, sem ressalvas, e sem constrangimento nenhum pela vida que ela escolheu levar e que ela não se sente nem um pouco envergonhada por isso, o que eu particularmente acho demais, adoro pessoas bem resolvidas e assumidas. 
Ela conta com riqueza de detalhes como foi difícil ela mostrar ao seu candidato a parceiro que essa era a escolha dela, e que ela não tinha nenhum um problema em se assumir Submissa diante de um Dominador nesse mundo Dom/Sub, mas só, para por ai. Fora relação sexual, ela é independente, e sabe muito bem o que quer. 
Claro que tem suas dificuldades emocionais, como todas nós, paixões, proibições, medos e descobertas, mas nada diferente do dito ¨normal ¨. 
Eu recomendo pra todo mundo que me pergunta sobre um livro bom e quente, porque ela conta tanta coisa, que teve momentos que fiquei com raiva dela pela submissão exagerada que ela demostra. 
Mas uma coisa eu aprendi, eu não sirvo para isso de jeito nenhum, nem dentro nem fora das quatro paredes.
Leitura surpreendente e fascinante ! 




Sinopse - O Diário de uma Submissa - Sophie Morgan 

( por : http://www.skoob.com.br/livro/287807-o-diario-de-uma-submissa )

Jornalista independente, de 30 e poucos anos, Sophie Morgan não tem vergonha de admitir que tem gostos sexuais excêntricos. Entre quatro paredes — mas só entre quatro paredes, que fique claro desde o início —, ela gosta de ser submissa. Desde bem jovem ela passou a notar que pensava bastante em sexo. Também percebeu o quanto algumas experiências inusitadas mexiam com ela de uma maneira profunda. Mas foi só na faculdade que ela começou a viver experiências consideradas fora do padrão e notar o quanto aquilo tudo lhe proporcionava um enorme prazer. Depois de viver sua primeira relação sexual sadomasoquista, sem sequer saber direito classificá-la como tal, sente-se definitivamente atraída por esse novo mundo. E após um caso quente e revelador com seu amigo Thomas, é em James que Sophie encontra seu dominador verdadeiro e uma paixão que a leva a testar limites que nem ela mesma poderia imaginar. Ela é uma mulher como outra qualquer, inteligente, carinhosa, sarcástica e que, como ela sempre faz questão de dizer, com uma família amorosa e presente. Mas muito cedo começou a perceber que seu interesse sexual não era tão convencional assim e aquilo que a excitava não era o que excitava suas amigas. Na verdade, tinha certeza de que as deixaria chocadas. Mesmo gostando de ser submissa, Sophie precisa tomar cuidado ao externar essa faceta. Por receio de ser julgada, ela tem que saber muito bem com quem e como falar sobre isso. “Ser uma mulher submissa dá a sensação de algo politicamente incorreto, mas é minha escolha e eu tenho a liberdade de fazê-la”, diz, alertando para os estereótipos prejudiciais em relação aos que praticam o sadomasoquismo. Sophie reconhece que o megasucesso da saga Cinquenta tons de cinza tem contribuído de forma expressiva para a popularização da prática sadomasoquista, mas garante que a última coisa que pretende ser é pervertida. Na vida profissional e social, ela é uma mulher responsável, competitiva, preocupada com suas contas e com algumas gordurinhas indesejáveis. Enquanto é teimosa e independente no dia a dia, tem um outro lado que só aflora quando confia no parceiro com quem vai jogar.